Discos que mostram um Zé Ramalho sereno, mas ainda indignado. Tá Tudo Mudando traz uma versão emocionante de (Cartola), mostrando que o nordestino também é um profundo cambista quando quer.
Os primeiros anos de sua carreira solo definiram sua identidade musical e geraram seus maiores clássicos.
Antes de estourar nacionalmente, Zé Ramalho participou ativamente da cena psicodélica que fervilhava no Nordeste na década de 1970, misturando guitarras distorcidas, sintetizadores e ritmos regionais. Paêbirú (1975) – Com Lula Côrtes
Zé Ramalho deepened his literary references, producing albums dedicated to poets and writers.